Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Aleatoriamente Aleatório

Aleatoriamente Aleatório

20
Fev15

Aprender Uma Coisa Nova Por Dia, Nem Sabe O Bem Que Lhe Fazia! #4


Bárbara

Não sei se sabem, mas eu uso aparelho ortodôntico, então decidi falar dele, aqui no blog.

Aparelho Ortodôntico

O aparelho ortodôntico, ou aparelho dentário, é um dispositivo utilizado pelos ortodontistas nos seus pacientes para fazer o alinhamento dos dentes quando eles se desenvolvem com uma má formação. Serve para corrigir a posição dos dentes para fins estéticos e funcionais.


Tipos de Aparelho Ortodôntico

Existem vários tipos de aparelhos ortodônticos, dentre eles os aparelhos fixos e os aparelhos removíveis (eu uso aparelho fixo, mas também já usei removivel):

Os aparelhos removíveis estão mais indicados para pequenos movimentos dentários e pacientes em fase de crescimento onde se pode aproveitar o crescimento deste paciente.
O aparelho fixo, composto por bráquetes coladas aos dentes, estão mais indicados para pacientes onde se necessita de uma movimentação maior dos dentes impedindo inclinações indesejáveis.

História do Aparelho Ortodôntico

Em 1881, pesquisadores ingleses encontraram uma múmia, nas margens do rio Nilo, no Egito, com idade estimada por arqueólogos entre 3000 e 2500 anos de idade, que tinha uma espécie de aparelho dentário. Era uma tira de metal, que prendia os dentes mais tortos da múmia.

Acredita-se que desde a Grécia Antiga a correção dos dentes tortos já era uma preocupação discutida entre o filósofo Aristóteles e Hipócrates, o Pai da Medicina. No século 1 a.C, o fisiologista romano Aurelius Cornelius Celsus escreveu um tratado no qual recomendava a pressão dos dedos para corrigir a arcada dentária.

A ortodontia pouco se desenvolveu durante a Idade Média, voltando a ser explorada apenas em 1728, pelo dentista francês Pierre Fauchard, que escreveu o livro O Cirurgião Dentista, onde dedicou um longo capítulo às formas de correção dentária, apresentando ainda um dispositivo de metal chamado bandeau. Em forma de ferradura, o acessório ajudava a expandir a arcada dentária e, assim, acomodar melhor os dentes que estavam apinhados.
A ortodontia moderna, por sua vez, só surgiu 90 anos mais tarde, em 1819, quando o francês Gaston Delabarre inventou o fio metálico que é fixado aos dentes, o arco ortodôntico conhecido atualmente. Em 1880, o norte-americano Norman Kingsley escreveu o Tratado sobre Deformidades Orais, que foi a base da ortodontia usada até o século XX.

O aparelho ortodôntico foi evoluindo aos poucos e em 1950, o dispositivo passou a ser feito de aço inoxidável e, 15 anos mais tarde, os bráquetes passaram a ser colados diretamente nos dentes, dispensando extensões para fora da boca. Ainda em 1975, foi inventado o primeiro aparelho “invisível”, desenvolvido pelo dr. Craven Kurz, dentista norte-americano, para os artistas de Hollywood que precisavam de tratamento ortodôntico

 

Fonte 1;Fonte 2

 

01
Fev15

Aprender Uma Coisa Nova Por Dia, Nem Sabe O Bem Que Lhe Fazia! #2


Bárbara

E no meu segundo post da rúbrica decidi falar de uma coisa que cheira muito bem:

Perfume

index.jpg

 

   Perfume é uma mistura de óleos essenciais aromáticos, álcool e água, utilizado para proporcionar um agradável e duradouro aroma a diferentes objetos, principalmente, ao corpo humano. O seu nome deriva do latim perfumum, e significa "através da fumaça".

História



    No Egito nasceu a arte da elaboração do perfume. Por volta de 2000 a.C., os primeiros clientes foram os faraós e os membros importantes da corte, logo, o uso do perfume difundiu-se, trazendo um agradável toque de frescura ao clima quente e árido do Egito.

    O químico árabe, Al-Kindi, escreveu no século IX um livro sobre perfumes chamado Livro da Química de Perfumes e Destilados. Ele continha centenas de receitas de óleos de fragrâncias, salves, águas aromáticas e substitutos ou imitações para drogas caras. O livro também descrevia cento e sete métodos e receitas para a perfumaria, inclusive alguns dos instrumentos usados na produção de perfumes ainda levam nomes árabes, como alambique, por exeplo.

Ranbiki.JPG

 (alambique)

    O médico e o químico persas Muslim e Avicenna introduziram o processo de extração de óleos de flores através da destilação, o processo mais comum utilizado hoje em dia. Os seus primeiros experimentos foram com as rosas, até eles descobrirem perfumes líquidos, feitos de mistura de óleo e ervas ou pétalas amassadas que resultavam numa mistura forte. A água de rosas era mais delicada, e logo tornou-se popular. Ambos os ingredientes experimentais e a tecnologia da destilação influenciaram a perfumaria ocidental e desenvolvimentos científicos, principalmente na química.

    A partir da Espanha foi introduzido em toda a Europa durante o Renascimento. Foi na França, a partir do século XIV, que ocorreu o grande desenvolvimento da perfumaria, permanecendo desde então como o centro europeu de pesquisas e comércio de perfumes.

Principais Famílias Olfativas

As fragrâncias classificam-se em:

  • Cítricos Florais - quando utilizam matérias-primas extraídas de cascas de frutas tais como lima, limão, laranja, tangerina, entre outras. Também denominam-se "frutados".
  • Florais Aldeídos - a matéria prima é extraída das flores naturais ou desenvolvida sinteticamente em laboratórios.
  • Fougère - elaborado a partir de matérias-primas leves e frescas, normalmente extraídas de madeira, por isso são conhecidos como amadeirados, e a elas se juntam a mistura de álcoois, tubérculos e raízes. São muito utilizados em fragrâncias masculinas.
  • Chipres Florais - fabricados com matérias-primas vindas de musgos, normalmente do carvalho. São os perfumes mais clássicos e sofisticados.
  • Orientais Florais - misturas que são constituídas normalmente das tuberosas, baunilha, patchouly, ylang. Inspiram sofisticação, são marcantes, misteriosos e super sensuais.
  • Couros Secos - fragrâncias extremamente secas, com características dominantes. As suas matérias primas são extraídas do tabaco, de madeiras, couros, musgos...
  • Aldeídos Florais - geralmente são misturas sintéticas, também usadas nos perfumes muito clássicos e sofisticados. Possuem um certo frescor inicial característico e picante.
  • Aromáticos Secos e Frutados -  são misturas de secos e frutados, que criam uma fragrância híbrida. Geralmente usam condimentos como cominho, estragão e manjericão, além de especiarias como o cravo, canela, noz-moscada e até mesmo a pimenta.

Classificação

    A força de um perfume depende, basicamente da concentração de matérias-primas utilizadas em sua concepção. Do ponto de vista técnico, consiste na mistura de vários ingredientes voláteis dissolvidos em álcool, que se espalham no ar em temperaturas normais. Pela origem a palavra perfume aplica-se somente ao tipo de composição que contém a mais alta proporção de extrato aromático com o menor teor de álcool possível. As outras combinações quase sempre levam um pouco de água na fórmula. Essa concentração portanto é fator determinante na nomenclatura. É comum ouvir falar em fragrâncias com forte - ou fraco - poder de fixação, ou seja que persistem - ou não - por várias horas. Mas o efeito não é mérito de um agente fixador, como há quem acredite. Na verdade, a fixação deve-se às notas de base - ou de fundo. Elas são ingredientes mais densos e persistentes, capazes de atuar na composição de modo a proporcionar uma difusão mais lenta.

  • Notas de Saída (Cabeça)

A introdução. A impressão inicial, elaborada para despertar o interesse, são as notas mais leves aquelas que "escapam" do frasco.

Ingredientes ligeiros e voláteis que evaporam rapidamente, são sentidos logo após a sua aspersão, vão direto paras as narinas. São notas frescas como limão, bergamota, laranja, pinho, lavanda e eucalipto.

  • Notas de Coração (Corpo)

O centro, a alma, a personalidade do perfume, são notas que expressam o tema principal da fragrância. Menos voláteis, evaporam mais devagar, são sentidas assim que o perfume "desaparece" sobre a pele. São notas mais encorpadas como as de flores, folhas e especiarias.

  • Notas de Fundo (Base)

Garante o poder de fixação de uma fragrância, são notas que definem o cheiro que se difunde na pele. Pouco voláteis, os ingredientes evaporam lentamente, é o último acorde a ser percebido e o que permanece por mais tempo. São notas densas, como as de resinas, de madeiras e as de origem animal.

O perfumista usa a fantasia e o nariz para criar fragrâncias marcantes, que podem reunir até 300 matérias-primas. É capaz de distinguir mais de 3 mil cheiros e consegue combiná-los em uma quantidade ilimitada de fórmulas. A força de um perfume depende da concentração de extrato aromático e das matérias-primas usadas na sua composição. Transformar essa mistura em um sucesso está nas mãos dessa categoria restrita e valiosa de profissionais. O "bom nariz" desenvolve-se desde a infância. Existe uma ligação muito forte entre as coisas que acontecem durante a vida e os cheiros que as acompanham.

 

Também podem ver este post aqui.

 

 
30
Jan15

Novo Blog!


Bárbara

Só agora é que estou a avisar, mas acho que já sabem do novo blog, e que também já sabem que eu participo nele!

Isto foi uma ideia da Magda que decidiu faze-lo porque cada vez temos mais participantes na rúbrica: Aprender Uma Coisa Nova Por Dia, Nem Sabe O Bem Que Lhe Fazia!

O Blog fala da rubrica, praticamente isso, é lá que estão (vão estar ) todos os posts novos e antigos da rúbrica. Vamos demorar tempo até que o blog tenha todos os posts antigos, mas vamos conseguir!

 

 

 

 

 

25
Jan15

Aprender Uma Coisa Nova Por Dia, Nem Sabe O Bem Que Lhe Fazia! #1


Bárbara

E este é o meu 1º post da rubrica: " Aprender Uma Coisa Nova Por Dia, Nem Sabe O Bem Que Lhe Fazia! ", e vou falar da minha comida preferida...

Sushi

images(8).jpeg

 


Sushi é um prato da culinária japonesa que tem origem numa antiga técnica e conservação da carne de peixe em arroz avinagrado. O sushi, na forma em que é conhecido atualmente, tem cerca de 200 anos; inicialmente, era vendido em barracas, como comida de rua, numa espécie de fast food.
O sushi, tradicionalmente, é feito com arroz temperado com molho de vinagre, açúcar e sal, combinado com algum tipo de peixe ou fruto do mar, vegetais ou ovo. A tradição japonesa é de servi-lo acompanhado de wasabi.
O termo "sushi" vem de uma forma gramatical arcaica, com significado de "Risoto Japonês", não usada mais em outros contextos e significa, literalmente, "é azedo", num reflexo das suas raízes históricas de alimento fermentado.
A versão contemporânea, internacionalmente conhecida apenas por sushi, foi desenvolvida por Hanaya Yohei. Essa técnica era uma forma primitiva de fast-food que não era fermentada, pois era preparada rapidamente, e que podia ser comida em bancas armadas na rua ou em teatros. Nessa época, esse tipo de sushi ficou conhecido como edomae zushi, pois era produzido com peixes frescos pescados em Edomae (a atual Baía de Tóquio).

Nutrição

 

Os principais ingredientes do sushi tradicional, peixe cru e arroz, possuem baixas taxas de gordura, altas taxas de proteína, carboidratos, vitaminas, minerais e omega-3 (nos sushis com peixe). O mesmo não ocorre com o sushi no estilo ocidental, que adiciona, cada vez mais, ingredientes não tradicionais, tais como maionese, abacate e creme de queijo.
Peixe, tofu, frutos do mar, ovo e muitos outros recheios usados no sushi possuem alto nível proteico. Vitaminas e minerais são encontrados na maioria dos vegetais e dos frutos do mar usado no sushi. Carne de camarão, por exemplo, é rica em cálcio e iodo, enquanto carne de salmão é rica em vitamina D. Gari e nori, usados para fazer o sushi, são ricos em nutrientes. Outros vegetais embrulhados junto com o arroz também oferecem várias outras vitaminas e minerais. Carboidratos são encontrados no arroz e nos vegetais.

Riscos de Saúde

Alguns peixes grandes usados no sushi, como atum (especialmente rabilho), podem estar contaminados com altos níveis de mercúrio. Isso se deve ao fato de o atum estar no topo de sua cadeia alimentar: logo, ele acumula a contaminação dos peixes menores quando os consome. Assim, o atum, e outros peixes podem causar intoxicação por mercúrio se consumidos em alta quantidade.
Infecções por parasitas são raras. Os japoneses costumam congelar à noite todos os peixes antes de os comer para evitar serem infectados por parasitas.
Também é de se considerar os riscos de reações alérgicas aos frutos do mar ou aos temperos utilizados.
Outra preocupação é a contaminação por bactérias, pois é tradicional o prato se preparar com as "mãos nuas", pois, segundo os puristas, o uso de luvas ou a lavagem das mãos com detergentes bactericidas altera o sabor do sushi. Existindo, ainda, como fontes de contaminação, o armazenamento dos ingredientes, a limpeza do local onde é preparado, bem como a limpeza dos utensílios utilizados. Os males variam desde uma indigestão leve até, em casos mais graves, complicações como diarreia, úlceras e até mesmo o óbito.
Outras formas de sushi, mais notavelmente as que usam peixes venenosos (como Tetraodontidae), podem causar graves envenenamentos se não forem devidamente preparadas. O fugu, particularmente, tem uma dose letal de tetrodotoxina em seus órgãos internos e precisa ser preparado por um cozinheiro licenciado e qualificado por um exame nacional do Japão.


Apresentação

Tradicionalmente, o sushi é servido no estilo minimalista e geométrico japonês, em bandejas de plástico ou madeira, dependendo das qualidades estéticas do local.
No Japão, e cada vez mais no exterior, o sushi é servido na forma conhecida como kaiten zushi, um estilo de fast-food japonês no qual os pratos são dispostos em balcões giratórios pelo qual os pratos passam e onde as pessoas podem se servir. Nesse sistema, os preços são definidos pela cor dos pratos no qual os alimentos estão. No final da refeição o atendente calcula o valor da conta pelo número de pratos sobre a mesa do cliente e suas cores. Restaurantes mais modernos colocam chipes de RFID nos pratos para se calcular automaticamente a conta.


Tipos de sushi


O ingrediente comum em todos os diferentes tipos de sushis é o arroz de sushi. A variedade aparece na escolha dos recheios e coberturas, na escolha de outros condimentos e na maneira em que são montados. Os mesmos ingredientes podem ser montados de formas inteiramente diferentes para a obtenção de efeitos totalmente diferentes.
    Makizushi (sushi enrolado) - Um pedaço cilíndrico, formado com a ajuda de uma esteira enrolável de bambu, chamada makisu ou sudare. O makizushi é geralmente embrulhado em nori, uma folha de alga marinha desidratada que abriga o arroz e o recheio.

images(9).jpeg

 


     Futomaki (rolinhos grandes) - Cilíndrico e grande, é um dos sushis mais populares. Possui como recheio uma variada combinação de peixes, folhas e raízes. Tendo tradicionalmente recheios ímpares, é um dos mais apreciados em festivais e datas comemorativas.

index(17).jpeg

 


        Hosomaki (rolinhos finos) - Um pedaço cilíndrico fino, com o nori na parte externa. O hosomaki típico tem por volta de dois centímetros de espessura e dois centímetros de largura. Eles são geralmente feitos com apenas um recheio, simplesmente porque não há espaço suficiente para mais de um.

index(18).jpeg

 


        Kappamaki - Hosomaki recheado apenas com pepino em tiras é um dos mais tradicionais sushis. Foi batizado dessa forma em homenagem ao Kappa, figura folclórica japonesa, que tinha o pepino como seu alimento preferido.

index(19).jpeg

 


        Tekkamaki - Tendo, como recheio, o atum, é uma das variantes mais conhecidas de hosomaki.

index(20).jpeg

 


        Temaki (rolinhos de mão) - Um pedaço grande em formato de cone, com o nori na parte externa e os ingredientes até à boca da extremidade larga. Um temaki típico tem por volta de dez centímetros de comprimento, e é comido com as mãos, já que é muito estranho pegá-lo com palitinhos.

index(21).jpeg

 


        Uramaki (enrolado ao contrário) - Um pedaço cilíndrico médio, com dois ou mais recheios. Uramaki diferencia-se dos outros maki porque o arroz está na parte externa e o nori na interna. O recheio fica no centro, rodeado por uma camada de nori, uma camada de arroz e uma cobertura de outro ingrediente, como ovas de peixe ou sementes de gergelim torradas.

index(22).jpeg

 


    Oshizushi (sushi prensado) - Um pedaço em forma de bloco usando um molde de madeira, chamado oshibako. O chef alinha o fundo do oshibako com a cobertura, cobre-o com arroz de sushi e pressiona a tampa do molde para baixo para criar um bloco compacto. O bloco é removido do molde e cortado em pedaços que cabem na boca.

index(23).jpeg

 


    Nigirizushi (sushi feito à mão) - Pequenos pedaços ligeiramente similares ao sushi prensado ou sushi enrolado, mas feito sem a utilização de makisu ou oshibako. Montar um nigirizushi é surpreendentemente difícil de fazer da forma correta. A forma mais simples é um pequeno bloco de arroz de sushi com uma lasca de wasabi e uma camada fina de uma cobertura colocada sobre ele, possivelmente amarrada com uma tira fina de nori.

images(10).jpeg

 


       Gunkanzushi (sushi "navio de guerra") - Também conhecido como gunkanmaki, é um sushi pequeno, ovalado, similar em tamanho e aparência ao hosomaki. Um punhado de arroz é embrulhado à mão em uma tira de nori, mas, ao invés do recheio, ficar no centro, tem alguns ingredientes — como ovas de peixe — empilhados no topo.

images(11).jpeg

 



Sushi Pré-embalado

  

  Inarizushi (sushi recheado) - Um pequeno pacote ou bolsinha cheia de arroz, de sushi e outros ingredientes. O pacote é confeccionado de tofu bem frito, uma omelete fina ou folhas de repolho.

index(24).jpeg

 


    Chirashizushi (sushi espalhado) - Uma tigela de arroz de sushi com outros ingredientes misturados. Também conhecido como barazushi.

images(12).jpeg

 


        Edomae chirashizushi (sushi espalhado no estilo Edo) - Ingredientes crus arranjados de forma artística em cima do arroz na tigela.

images(13).jpeg

 

Gomokuzushi (sushi no estilo cansai) - Ingredientes cozidos ou crus misturados no meio do arroz na tigela.

 

index(25).jpeg

 

Narezushi - é uma forma mais antiga de sushi. Um peixe é recheado com sal após seus órgãos e escamas serem removidos. Estes peixes são colocados em um barril de madeira mergulhados em sal e comprimidos com um tsukemonoishi pesado ou uma pedra específica. Eles são fermentados por entre dez dias e um mês. Então esses peixes são colocados na água por entre 15 minutos e uma hora. Os peixes são então colocados em outro barril, encaixados e colocados em camadas com arroz cozido no vapor e peixe resfriados. Então eles são novamente selados de forma parcial com otosibuta e uma pedra específica. Conforme os dias passarem, a água fermentada deve ser retirada. Seis meses depois, esses funazushi podem ser comidos, podendo também durar mais de seis meses.

index(26).jpeg

 Espero que tenham gostado e que tenham aprendido tanto como eu!

Quem participa na rubrica:

Segunda-feira - Nia

Terça-feira - Ana

Quarta-feira - Bomboca de Morango

Quinta-feira - Sofia Margarida

Sexta-feira - Magda L Pais

Sábado - Dona Pavlova

Domingo - Eu

 

Esta rubrica não está restringida a nós. Todos podem participar. Só vos pedimos que nos dêem conta, de alguma forma, do post onde o fizeram para que possamos acrescentar na lista dos tópicos publicados.

Também podem ver este post aqui.

 

23
Jan15

Decidi...


Bárbara

...participar na rubrica: " Aprender Uma Coisa Nova Por Dia, Nem Sabe O Bem Que Lhe Fazia".

O meu dia vai ser o domingo, e isso significa que todos os domigos vou fazer um post dessa rubrica.

Fiquem atentos porque da qui a 2 dias vou publicar o meu primeiro post da rubrica.

Quem participa na rubrica:


Segunda-feira - Nia


Terça-feira - Ana

Quarta-feira - Bomboca de Morango

Quinta-feira - Sofia Margarida

Sexta-feira - Magda L Pais

Sábado - Dona Pavlova

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Mais sobre mim

foto do autor

Calendário

Abril 2017

D S T Q Q S S
1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
30

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
Em destaque no SAPO Blogs
pub